Dunas, são como divãs
Biombos indiscretos de alcatrão sujos
Rasgados por cactos e hortelãs
Deitados nas Dunas, alheios a tudo
Olhos penetrantes
Pensamentos lavados
Bebemos dos lábios, refrescos gelados
Selamos segredos
Saltamos rochedos
Em câmara lenta como na TV
Palavras a mais na idade dos porquês
Dunas como que são divas
Quem nos visse deitados
Cabelos molhados, bastante enrolados
Sacos-cama salgados
Nas Dunas, roendo maçãs
A ver garrafas de óleo, boiando vazias
Nas ondas da manhã
Bebemos dos lábios, refrescos gelados
Nas dunas
Em câmara lenta como na TV
Nas dunas
Nas dunas
Nas dunas
Nas dunas
Refrescos gelados
Como na TV
Nas dunas
Mostrar mensagens com a etiqueta GNR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta GNR. Mostrar todas as mensagens
18/05/2008
28/04/2008
GNR - Las Vagas
E é tão grande macroonda
Vista dali da marina
Cheira tudo a ambição
A inundar de ouro a mina
Roleta Russa aceita apostas
Falsos fiéis das balanças
Quem fortuna, tudo são mudanças
Perdes todos de quem gostas
E eu serei a gorda, tu serás a magra
Serei a sorte e tu a cabra cega
E eu quem peca mas seras quem paga
Quem pesca um peixe fora d'água
Serás a Eva, eu serei a parra
Serei a gorda e tu a fava
Serei a erva e tu agarra
A cobra dobra fora de água
Eu serei a gorda, tu serás a magra
A sorte porca e tu a paga
Serei quem peca mas serás quem paga
A vaca louca e magra
Onde a nave voga não havia vaga
Farás de foca e eu de faca
Estarás de lycra e eu de tanga
Peixe fora de água
Vista dali da marina
Cheira tudo a ambição
A inundar de ouro a mina
Roleta Russa aceita apostas
Falsos fiéis das balanças
Quem fortuna, tudo são mudanças
Perdes todos de quem gostas
E eu serei a gorda, tu serás a magra
Serei a sorte e tu a cabra cega
E eu quem peca mas seras quem paga
Quem pesca um peixe fora d'água
Serás a Eva, eu serei a parra
Serei a gorda e tu a fava
Serei a erva e tu agarra
A cobra dobra fora de água
Eu serei a gorda, tu serás a magra
A sorte porca e tu a paga
Serei quem peca mas serás quem paga
A vaca louca e magra
Onde a nave voga não havia vaga
Farás de foca e eu de faca
Estarás de lycra e eu de tanga
Peixe fora de água
18/04/2008
GNR - Sangue Oculto
Há luz na artéria principal
Ardem as chamas de dois sóis
Há luta na arena artificial
Corre o sangue, bato-me primeiro e a ti depois
Al lujir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego, una frontera
Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar
Lo es como lo sangre
Correran entre mis venas
Arden como el desejo
Tu vision en mis caberas
Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar
Al lujir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego, una frontera
Ao fugir de uma investida
É como saltar a fogueira
A barragem de fogo, uma fronteira
Al dejar la própria vida
Sin volver la pista atrás
Guardaré la sangre que tengo para dar
Al lujir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego, una frontera
Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar (guardaré la sangre que tengo para dar)
Ao fugir de uma investida
Es como saltar una hoguera
À barragem de fogo, uma fronteira
Al dejar la própria vida
Sin volver la pista atrás
Oculto o sangue que tenho para dar
Ao fugir duma investida (al lujir de una investida)
É como saltar a fogueira (es como saltar una hoguera)
À barragem de fogo, uma fronteira (la barrera de fuego, una frontera)
Ao fugir da própria vida (al dejar la própria vida)
Sem correr e sem saltar (sin volver la pista atrás)
Oculto o sangue que tenho para dar (guardaré la sangre que tengo para dar)
Ardem as chamas de dois sóis
Há luta na arena artificial
Corre o sangue, bato-me primeiro e a ti depois
Al lujir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego, una frontera
Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar
Lo es como lo sangre
Correran entre mis venas
Arden como el desejo
Tu vision en mis caberas
Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar
Al lujir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego, una frontera
Ao fugir de uma investida
É como saltar a fogueira
A barragem de fogo, uma fronteira
Al dejar la própria vida
Sin volver la pista atrás
Guardaré la sangre que tengo para dar
Al lujir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego, una frontera
Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar (guardaré la sangre que tengo para dar)
Ao fugir de uma investida
Es como saltar una hoguera
À barragem de fogo, uma fronteira
Al dejar la própria vida
Sin volver la pista atrás
Oculto o sangue que tenho para dar
Ao fugir duma investida (al lujir de una investida)
É como saltar a fogueira (es como saltar una hoguera)
À barragem de fogo, uma fronteira (la barrera de fuego, una frontera)
Ao fugir da própria vida (al dejar la própria vida)
Sem correr e sem saltar (sin volver la pista atrás)
Oculto o sangue que tenho para dar (guardaré la sangre que tengo para dar)
02/04/2008
GNR - Mais Vale Nunca
Há um lixo novo pra limpar ao nascer
Um grito surdo que tentam calar
Vais ouvir e ver
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
É tê e vê cérebro em fuga a dominar
Gene preguiçoso e letal
Olha pró que eu faço
Mais vale nunca
Nunca aprender
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
Ficas a aprender
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais beber
Mais vale nunca mais crescer
Agora é a doer
Mais vale nunca
Nunca apetecer
Mais vale nada
Nunca escolher
Mais vale nunca mais crescer
Vais ouvir e ver...
Um grito surdo que tentam calar
Vais ouvir e ver
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
É tê e vê cérebro em fuga a dominar
Gene preguiçoso e letal
Olha pró que eu faço
Mais vale nunca
Nunca aprender
Mais vale nada
Nunca mais querer
Mais vale nunca mais crescer
Ficas a aprender
Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais beber
Mais vale nunca mais crescer
Agora é a doer
Mais vale nunca
Nunca apetecer
Mais vale nada
Nunca escolher
Mais vale nunca mais crescer
Vais ouvir e ver...
16/03/2008
GNR - Bem Vindo ao Passado
Já morri a morte certa
Já senti a fome, aperta a dor
Já bati à porta incerta
Viajei de caixa aberta, a dor
Pecado, fundido, queimado
Já desci lá em baixo ao fundo
Já falei com outro mundo e então
Já passei o limbo limpo
Já subi ao purgatório e vou
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, arrependido, queimado
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, fundido e queimado
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, arrependido, queimado
Já senti a fome, aperta a dor
Já bati à porta incerta
Viajei de caixa aberta, a dor
Pecado, fundido, queimado
Já desci lá em baixo ao fundo
Já falei com outro mundo e então
Já passei o limbo limpo
Já subi ao purgatório e vou
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, arrependido, queimado
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, fundido e queimado
Zangado, bem vindo ao passado
Pecado, arrependido, queimado
Subscrever:
Mensagens (Atom)